segunda-feira, 24 de março de 2014

Alfabetização

O que é o PNAIC?

O Pacto Nacional de Alfabetização na Idade Certa inclui avaliações anuais, formação continuada de professores e distribuição de materiais didáticos

Foto: Dreamstime
Foto: Alfabetização

Plano prevê avaliação anual e universal dos alunos do ciclo de alfabetização
       
15,2% das crianças brasileiras chegam aos oito anos sem estarem alfabetizadas. A alfabetização tardia pode atrapalhar a aprendizagem do aluno e, visando mudar essa situação, o Ministério da Educação lançou o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC). Realizado entre municípios, distrito federal, estados e governo federal, o objetivo do pacto é alfabetizar em Português e Matemática todas as crianças até os oito anos de idade, no final do 3º ano do Ensino Fundamental.

O programa vai apoiar as escolas públicas em diferentes necessidades: estão previstas formação continuada de professores alfabetizadores, com curso presenciais e bolsas de estudos. Também serão distribuídos gratuitamente materiais didáticos e pedagógicos específicos para alfabetização, obras literárias, além de outras tecnologias educacionais, como jogos.

Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA)
Para avaliar a qualidade do aprendizado, o ministério da Educação oficializou no começo de junho a avaliação anual e censitária para crianças que terminam o ciclo de alfabetização, do 1º ao 3º ano do Ensino Fundamental, em escolas públicas.

A Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA) irá produzir índices sobre o conhecimento dos alunos e ajudar no cumprimento das metas do PNAIC. Outra avaliação ligada à alfabetização é a Provinha Brasil, que é aplicada em alunos do 2º ano do Ensino Fundamental, no início e ao final do ano letivo. Porém, é uma prova amostral e não censitária, como a ANA.

Apenas os alunos do 3º ano do ensino fundamental de escolas públicas que aderiram ao PNAIC participarão da primeira edição da ANA. A prova será realizada na segunda metade de novembro e os relatórios de desempenho devem chegar às escolas em abril de 2014. Serão avaliadas habilidades em língua portuguesa e matemática.

Em 2014, os alunos do 2º ano do fundamental também serão avaliados, para que haja tempo hábil de intervir pedagogicamente antes que as crianças terminem o ciclo.
A ANA faz parte do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), também composto pela Avaliação Nacional da Educação Básica (Aneb) e a Avaliação Nacional do Rendimento Escolar (Anresc), também conhecida como Prova Brasil. A primeira é feita de modo amostral por estudantes dos 5º e 9º anos do Ensino Fundamental e do 3º ano do Ensino Médio das redes pública e privada. A segunda é censitária nos 5º e 9º anos do fundamental da rede pública.


domingo, 23 de março de 2014

Educação por trás das grades

 EDUCAÇÃO POR TRÁS DAS GRADES

Em alguns presídios, ainda há muitos desafios para garantir o direito dos detentos concluírem seus estudos e consequentemente se formarem, para que possam se reintegrados a sociedade de uma forma digna, já nas instituições que recebem menores infratores, a continuidade nos estudos é uma obrigação e parte integrante da internação. 
Pesquisas comprovam que, em presídios onde estão adultos, estima-se que metade possua alguma estrutura escolar, ou seja somente 8,5% dos encarcerados no ano de 2012, tiveram uma atividade educacional, isso em todo o país. 
Entretanto professores e alunos passam por algumas dificuldades, muitos prédios não são adequados para serem usados como salas de aula, pelo fato dos espaços terem pouca ventilação e possuir grades, isso em todas as regiões, sendo que a edução deveria ser tratada como prioridade pela lei. 
Em contra parte, existem alguns momentos que, rebeliões e outras ameaças impeçam que aulas possam acontecer, presos com o respectivo mal comportamento, terão as devidas punições, entre elas não poderão assistir as aulas.
Mediante a esses fatos, os materiais didático são escassos,  por exemplo, tesouras são proibidas, há locais que nem canetas são permitidas, e os livros e videos são selecionados rigorosamente, para não gerar agitações desnecessárias.
Entre as conquistas para os adultos está a remissão da pena por dias de estudo, onde a alfabetização também recebe atenção especial.
A pessoa que perde o direito a liberdade não pode ter negado o seu direito a educação.

Fonte: Revista Nova Escola - Fevereiro 2014 - revistanovaescola.org.br  

A construção de uma educação básica para jovens e adultos

A educação de Jovens e Adultos tem como objetivo inclui-los dentro da sociedade, assim mostrando quais seus direitos e deveres e seu papel como cidadão. O grupo irá aprender a ter consciência de seus atos, e a importância de se ter responsabilidade e comprometimento.
Este ensino deve ser realizado para ampliar o conhecimento desses jovens e adultos fazendo com que haja uma modificação nas atitudes dentro do grupo social, para isso seus gestores oferecem ensino de qualidade buscando novos recursos para ministrarem suas aulas, e também para ajuda-los a identificar as características de cada aluno, pois desse modo o gestor irá perceber suas dificuldades seja em aprendizagem ou até mesmo na interação com outros indivíduos.
A educação de jovens e adultos é um direito que todo cidadão possui de exercer caso não tenha completado o ensino na idade regular. Na educação de jovens e adultos o conhecimento ele na verdade evolui devido os alunos já possuírem o mesmo.
A educação tem o compromisso de formar cidadãos democráticos prontos para conviverem dentro de diversos grupos sociais, e mostrar a importância de cada indivíduo dentro da sociedade, e deixar claro que para exigir seus direitos é necessário que cumpram sempre com seus deveres.


http://educador.brasilescola.com/politica-educacional/a-construcao-uma-educacao-basica.htm

quinta-feira, 20 de março de 2014

Plano Nacional de Educação (PNE)

Atual PNE 

 
Não podemos esquecer que toda política exige uma planejamento, até para sabermos onde estamos e onde queremos chegar. Quais as etapas para se atingir determinado objetivo.
 
Neste momento está em tramitação na Câmara dos Deputados o PNE a vigorar entre 2011/2020, que teve por base a Conferência Nacional de Educação  (CONAE). Com relação ao PNE anterior, este é mais enxuto e com metas melhor especificadas, no entanto, há problemas com relação a expectativa de ampliação do financiamento e falta de quantificação de metas e especificação de qual dos entes federados será responsável por cada uma das metas.
 
São vinte metas ao todo, que tratam de toda a educação, desde a creche, até a pós-graduação, passando pela Educação de Jovens e Adultos e alfabetização. No entanto, especialistas da área dizem que os 7% do Produto Interno Bruto (PIB) previstos para serem aplicados até 2020, não fecha a conta. Seriam necessários 7% até 2014 e 10% até 2020, conforme aprovado na CONAE.
 
O desafio é enorme, pois hoje apenas 18% da demanda por creche é atendida. O PNE propõe 50% até 2020, no entanto, os especialistas em educação infantil almejam 100% da demanda explicitada atendida até 2020. Para isso dividem a meta em etapas.
 
Outro grande desafio é a ampliação do ensino médio, pois hoje apenas 50% dos jovens dentro da faixa etária específica alcançam esta etapa de ensino. Além disso, há a escola em tempo integral, que para se tornar uma realidade, de fato, precisa pensar, principalmente, currículo e financiamento.
 
A política de educação, a partir da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, passou a ser acompanhada de planejamento, conforme exposto, no entanto, ainda precisamos de maior controle social, que monitore
 
 
Disponível em: http://www.criancanoparlamento.org.br/?q=node/952, acesso 20/03/2014

quarta-feira, 19 de março de 2014

POLÍTICAS PÚBLICAS

Como criar políticas que não excluam as redes mais pobres
As redes mais pobres são prejudicadas em questão de educação, por que não há cooperação entre União,Municípios,Estados.
Esta colaboração está no artigo 211 da constituição de 1988, mas não há articulação entre as redes, no entanto as redes mais pobres não têm investimentos e assistência para as falhas pedagógicas suficientes, as arrecadações são desiguais.
Se houvesse uma união entre as redes, a educação em grande parte do Brasil seria organizada e mais eficiente.
Em alguns poucos Estados brasileiros esta colaboração acontece e dá certo, o governo teria que ter mais interesse e atenção nesta questão

terça-feira, 18 de março de 2014

Política educacional e seus resultados

Galera, vejam este video do Globo Educação. Fala sobre politica educacional e seus resultados.
Bjus



http://globotv.globo.com/rede-globo/globo-educacao/v/politica-educacional-e-seus-resultados-integra/1511395/

quarta-feira, 12 de março de 2014

Garantir o direito à pré - escola é criar vagas e muito mais.



Uma mudança na LDB torna obrigatória a matricula de crianças de 4 e 5 anos e abre o debate sobre o acesso e qualidade.

No mês de abril, foi sancionada a lei nº 12.796, que ajusta a lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e estabelece o ensino obrigatório a todos os brasileiros de 4 a 17 anos. A medida era o passo que faltava para oficializar uma mudança feita em 2009 na Constituição Federal e traz à tona o debate sobre a universalização da  pré - escola  . O  desafio é grande, proporcional à importância da etapa. Pesquisas mostram que quem frequenta uma  pré - escola de qualidade tem taxas de repetência e evasão muito menores ao longo da vida. Garantir esse direito a toda criança significa revolucionar a Educação.

 
Fonte: Revista Nova Escola agosto de 2013.  www.novaescola.org.br